Médicos do Hospital da FAP suspendem atividades

Médicos que trabalham no Hospital da Fap afirmam que valores de procedimentos têm sido reduzidos e causado prejuízo aos profissionais. Eles pararam as atividades nessa segunda-feira (01) e cirurgias eletivas oncológicas foram suspensas por tempo indeterminado.

Apenas cirurgias de urgências estão sendo mantidas, em uma média de seis a oito procedimentos paralisados. De acordo com profissionais, as fraudes estariam acontecendo desde 2017 e em alguns casos, procedimentos que deveriam custa R$1075, foi pago por R$56.

As denúncias foram encaminhada aos Ministérios Público Federal e Estadual, e ao Conselho Regional de Medicina (CRM), o último órgão afirma já estar investigando a denúncia.

O Hospital da Fap é referência no tratamento de pacientes com câncer na região. Procedimentos de quimioterapia e radioterapia não foram afetados.

Com Mais PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri