Marcelo Queiroga chama João Azevêdo de “produto da Calvário” e prevê racha da base governista

O ex-ministro da saúde, Marcelo Queiroga, chamou o governador João Azevêdo de “produto da Calvário” e previu racha na base governista nas eleições, em entrevista ao Jornalista Clilson Júnior, na capital paraibana.

“João Azevedo é um sub-produto da Calvário. Se não fosse o ex-governador Ricardo Coutinho, João Azevedo jamais teria sido governador do Estado da Paraíba”, declarou.

Queiroga também fez previsão de que a aliança entre partidos aliados ao atual governo vai ruir por terem pessoas muito diferentes.

“Essa aliança não se sustenta. Até porque os Ribeiro entraram naquele apoio a João Azevedo, porque o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, que é um político muito hábil e desistiu da candidatura ao Senado. Então colocou o Lucas ali. Então eles veem os Ribeiro ali como se fosse uma espécie de cavalo de troia dentro daquela aliança. Na realidade, o João tem muito mais afinidade com o atual prefeito de João Pessoa”, disse.

Com ClickPB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB