Marcelo Queiroga chama João Azevêdo de “produto da Calvário” e prevê racha da base governista

O ex-ministro da saúde, Marcelo Queiroga, chamou o governador João Azevêdo de “produto da Calvário” e previu racha na base governista nas eleições, em entrevista ao Jornalista Clilson Júnior, na capital paraibana.

“João Azevedo é um sub-produto da Calvário. Se não fosse o ex-governador Ricardo Coutinho, João Azevedo jamais teria sido governador do Estado da Paraíba”, declarou.

Queiroga também fez previsão de que a aliança entre partidos aliados ao atual governo vai ruir por terem pessoas muito diferentes.

“Essa aliança não se sustenta. Até porque os Ribeiro entraram naquele apoio a João Azevedo, porque o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, que é um político muito hábil e desistiu da candidatura ao Senado. Então colocou o Lucas ali. Então eles veem os Ribeiro ali como se fosse uma espécie de cavalo de troia dentro daquela aliança. Na realidade, o João tem muito mais afinidade com o atual prefeito de João Pessoa”, disse.

Com ClickPB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB