Mantida prisão de mulher suspeita de aliciar sexualmente filhas em troca de TV na PB

Nesta última quinta-feira (27), a Justiça manteve a prisão da mulher suspeita de aliciar as filhas sexualmente em troca de um aparelho de tv, na cidade de Santa Rita,  na Paraíba. A decisão aconteceu durante a audiência de custódia,  nesta quinta-feira (27), no Fórum da cidade.

O homem suspeito de negociar o crime foi detido também, nesta quinta-feira.  A mãe nega as acusações e informou que a denúncia teria sido feita por uma mulher que teria inveja dela. Paula Monalisa, a delegada responsável pelo caso informou que uma das meninas sofria exploração sexual a cerca de 4 anos.

Exames realizados em nas meninas de 13 e 9 anos foram detectados sinais de abuso. Ainda segundo a delegada, a família vive em situação de extrema pobreza e o pai das crianças mora na cidade de Mari.

Com PB Agora

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri