Maguila, ícone do boxe no Brasil, morre aos 66 anos em São Paulo

José Adilson Rodrigues dos Santos, mais conhecido como Maguila, morreu nesta quinta-feira (24), em São Paulo, aos 66 anos. O principal peso-pesado e uma das direitas mais pesadas do boxe brasileiro sofria de encefalopatia traumática crônica, também conhecida como demência pugilística, diagnosticada em 2013.

O interesse pelo boxe começou ainda em Aracaju, ao assistir às lutas de Éder Jofre e, em especial, de Muhammad Ali. Em uma casa repleta de irmãos, Maguila assistia às lutas do ídolo em uma TV preto e branco na casa de um vizinho. Anos depois, se tornou campeão peso-pesado, mesma categoria de Ali.

Em 1995, foi campeão mundial da FMB (Federação Mundial de Boxe), organização menos badalada, ao vencer o britânico Johnny Nelson na decisão por pontos. Cinco anos depois, decidiu encerrar a carreira após derrota por nocaute para o brasileiro Daniel Frank.

Ao todo, Maguila sustentou um cartel de 85 lutas, sendo 77 vitórias, um empate e apenas sete derrotas. Além do Sul-Americano e do Mundial, o atleta conquistou o Campeonato Brasileiro, o pentacampeonato continental e o Campeonato das Américas.

Em 2010, disputou eleição para deputado federal pelo PEN, mas obteve poucos votos e não se elegeu.

Com MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um empresário da Paraíba foi alvo de uma quadrilha de Pernambuco após cair no ‘golpe do amor’, enviando e recebendo fotos e vídeos íntimos e sendo ameaçado de ter as conversas tornadas públicas. O caso foi divulgado pelo delegado João Ricardo e uma mulher foi presa suspeita de participação no crime.

Segundo o delegado, a mulher presa utilizava uma conta no Instagram para abordar empresários e manter contato com eles. A partir daí, a conversa evoluía ao WhatsApp, chegando a ter troca de fotos e vídeos íntimos.

Depois, a suspeita ameaçava as vítimas dizendo que iria divulgar o teor das conversas, exigindo o envio de dinheiro para que isso não acontecesse.

“Uma mulher e outras pessoas que utilizavam o Instagram para iniciar conversas com empresários de outros estados. Migram [a conversa] para o WhatsApp, iniciam conversas intimas, enviam e recebem fotos e vídeos íntimos para depois fazer ameaças de vazar toda a conversa desses arquivos. Eles (suspeitos) pedem valores. O empresário chegou a pagar, até que procurou a delegacia. Identificamos algumas pessoas envolvidas e uma delas foi presa. As investigações vão continuar”, contou o delegado.

Com Portal Correio