LUTO NO FORRÓ: morre o cantor e compositor Biliu de Campina

Nesta segunda-feira (08), foi confirmada a morte do cantor Biliu de Campina. O artista estava internado no Hospital de Trauma de Campina Grande desde o dia 24 de junho deste ano, após sofrer uma queda.

O compositor chegou a ser submetido a uma traqueostomia na tarde de quarta-feira (3/7), e esteve internado na UTI laranja do Trauma antes de ter seu falecimento confirmado hoje.

O cantor chegou a ser internado algumas vezes nos últimos anos e também havia anunciado sua aposentadoria dos palcos em junho deste ano.

Biliu, de 75 anos, nasceu em 1º de março de 1949. Ele é natural de Campina Grande e é formado em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). No entanto, ele ganhou repercussão nacional através da música, tendo iniciado sua carreira artística por volta de 1978.

Através do seu ”forró tradicional”, o cantor projetou como um dos mais importantes artistas do gênero da Paraíba, tendo recebido influências do ritmo de Jackson do Pandeiro.

De Olho no Cariri

Blog do Márcio Rangel

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri