Lei que torna a Festa de Santa Ana Patrimônio Cultural Imaterial do Congo é sancionada pelo prefeito Júnior Quirino

Agora é Lei. O prefeito Júnior Quirino sancionou nesta semana a Lei Municipal 203/2019 que denomina como Patrimônio Cultural Imaterial do município a Festa de Santa Ana, padroeira do Congo. A sanção ocorre após aprovação unânime da Câmara de Vereadores, com votação realizada em dois turnos.

O então Projeto de Lei foi de iniciativa do próprio poder executivo municipal que quis oficializar a grandiosidade da festa dando-lhe um título de importância reconhecidamente legal, título este que a engrandece ainda mais, além de protegê-la e fazer com que todos os segmentos da sociedade estejam aptos e conclamados a preservarem a festa que é o principal evento do município, tanto na tradição religiosa quanto social.

O prefeito Júnior Quirino sanciona a Lei no mês que antecede as festividades nesse ano de 2019, as quais acontecerão na penúltima semana de julho, e a Festa de Santa Ana terá este ano um realce especial ao ser reconhecida um Patrimônio Cultural Imaterial do município do Congo.

“É com grande alegria que sanciono esta Lei, pela simbologia que ela traz. Todos nós sabemos que a história do Congo e a Festa de Santa Ana estão intimamente ligadas; não se separam. Dar essa denominação a essa festa significa reconhecê-la como um elemento de identificação das tradições do nosso povo, tanto para quem é religioso quanto para quem não é, pois é principalmente na Festa de Santa Ana que os filhos do Congo se encontram e se confraternizam. Portanto, cabe a todos nós preservar essa tão linda tradição, e é pra isso que essa Lei passa a existir.”, enfatizou o prefeito.

Com Ascom PMC

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri