Justiça nega reabertura das escolas públicas e privadas de João Pessoa após pedido do Ministério Público

A Justiça da Paraíba negou o pedido formulado pelo Ministério Público (MPPB) para a reabertura das escolas públicas e privadas de João Pessoa. A decisão foi do juiz Adhailton Lacet Porto, da Infância e Juventude. O pedido de antecipação de tutela foi formulado pelo 50º promotor de Justiça da capital, Luis Nicomedes de Figueiredo Neto.

O promotor pediu à Justiça que fosse autorizado o retorno imediato nas escolas particulares e, em até 30 dias, nas escolas públicas municipais. Nicomedes lembrava, no pedido, decisão da Prefeitura de João Pessoa, manifestada na semana passada, que proibiu o funcionamento das escolas de ensino médio, superior e dos cursos livres.

Adhailton Lacet Porto, no entanto, teve entendimento do promotor diferente ao analisar o caso. Ele entendeu que o membro do Ministério Público não conseguiu demonstrar mudança de cenário em relação ao riscos de contaminação pelo novo coronavírus. Destacou ainda que seria necessária a demonstração de que os casos estão caindo, bem como a garantia de que haverá leitos suficientes para o atendimento à população.

O pedido da promotoria seguia em sentido contrário a demandas judiciais promovidas pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Trabalho. Os órgãos formularam pedido na Justiça Federal, recentemente, para que as prefeituras de João Pessoa e de Cabedelo procedessem a suspensão das aulas do ensino superior.

Wscom

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Na noite do sábado, 26 de setembro, policiais militares do 11º Batalhão apreenderam um adolescente por ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas, na cidade de Sumé.

Durante rondas na Vila Zé Dário, a guarnição visualizou o adolescente, que tentou se evadir e dispensou uma sacola nas proximidades de uma residência. Na sacola, foram encontradas 34 porções de substância análoga à maconha e 15 envelopes contendo substância análoga ao crack.

Durante a abordagem, o adolescente apresentou resistência, sendo necessário o emprego progressivo da força.
Em seguida, ele foi conduzido, acompanhado de sua responsável legal, à Delegacia de Polícia Civil, em Monteiro, para os procedimentos cabíveis.