Juazeirinho sediará em setembro o IV Seminário Paraibano de Democracia Participativa

O Governo do Estado, por meio da Secretaria Executiva do Orçamento Democrático, promoverá, nos dias 14 e 15 de setembro, o IV Seminário Paraibano de Democracia Participativa, em Juazeirinho, no seridó paraibano. O objetivo do evento é orientar municípios interessados na implantação do Orçamento Democrático Municipal, tendo como base a experiência bem sucedida do Orçamento Democrático Estadual (ODE).

Para o secretário executivo do ODE, Gilvanildo Pereira, o sucesso da ferramenta está despertando o interesse dos gestores municipais. “O Orçamento Democrático, implantado na gestão do governador Ricardo Coutinho, tem revolucionado a Paraíba com obras, com o atendimento das necessidades apontadas pela população, fator que tem despertado o interesse de vários municípios paraibanos, a exemplo de Rio Tinto e Conde, que já implantaram o Orçamento Democrático Municipal”, acrescentou.

O público-alvo do evento são gestores eleitos ou reeleitos nas eleições de 2016. Serão convidados dois representantes de municípios que desejem implantar o Orçamento Democrático ou que tenham implantado a ferramenta de participação popular.

Entre as palestras do evento, estão: Orçamento Democrático e Participação Popular – uma política que constrói igualdades; e Governo Democrático – sociedade participativa.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB