Inscrições para o concurso da UFCG iniciam nesta segunda-feira

 

Começam, a partir desta segunda-feira (01) as inscrições para o concurso da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) que oferta 86 vagas e salários de até R$4.180,66.

As vagas são para nível médio, técnico e superior e iniciam às 15h desta segunda e vão até 23 do mês de julho. Os candidatos podem se inscrever apenas pela internet e as taxas são nos valores de R$48, R$61, e R$104.

A prova escrita objetiva deve acontecer 15 de setembro em Campina Grande, Cajazeiras e Patos, sendo a divulgação do resultado prevista para 22 de novembro.

Os aprovados poderão ser nomeados para investidura no cargo em qualquer um dos sete campi da instituição, localizados nas cidades de Campina Grande, Cajazeiras, Cuité, Patos, Pombal, Sousa e Sumé.

Veja a lista de cargos e vagas:

CLASSE C

Vencimento básico de R$ 1.945,07, mais Auxílio Alimentação (R$ 480)

– Assistente de Tecnologia da Informação – 01 Vaga

CLASSE D

Vencimento básico de R$ 2.446,96, mais Auxílio Alimentação (R$ 480)

– Assistente em Administração – 35 vagas (21 de ampla concorrência, 07 para negros e 07 para pessoas com deficiência)

– Revisor de textos Braille – 01 vaga

– Técnico de laboratório – Área Agrícola – 01 vaga

– Técnico de laboratório – Área Análises Clínicas – 01 vaga

– Técnico de laboratório – Área Caracterização de Materiais – 01 vaga

– Técnico de laboratório – Área Microbiologia – 01 vaga

– Técnico de laboratório – Área Química – 03 vagas (02 de ampla concorrência e 01 para negros)

– Técnico em Eletroeletrônica – 01 vaga

– Técnico em equipamento médico odontológico – 01 vaga

– Técnico em Estatística – 01 vaga

– Técnico de manutenção de aúdio e vídeo – 01 vaga

– Técnico em Música – viola – 01 vaga

– Técnico em Química – 02 vagas

– Técnico em Segurança do Trabalho – 01 vaga

– Tradutor e intérprete de Linguagem de Sinais – 02 vagas

CLASSE E

Vencimento básico de R$ 4.180,66, mais Auxílio Alimentação (R$ 480)

– Administrador – 03 vagas

– Analista de Tecnologia da Informação – Desenvolvimento de Sistemas – 02 vagas

– Analista de Tecnologia da Informação – Infraestrutura de Tecnologia da Informação – 02 vagas

– Arquivista – 01 vaga

– Assistente social – 03 vagas (02 de ampla concorrência e 01 para negros)

– Auditor – 01 vaga

– Contador – 03 vagas (02 de ampla concorrência e 01 para negros)

– Economista – 01 vaga

– Enfermeiro – 01 vaga

– Engenheiro civil – 02 vagas

– Engenheiro civil com especialização em Engenharia Estrutural – 01 vaga

– Engenheiro eletricista – 01 vaga

– Engenheiro eletricista com ênfase em Telecomunicações – 01 vaga

– Engenheiro mecânico – 01 vaga

– Engenheiro de Segurança do Trabalho – 01 vaga

– Médico – Área Clínica Médica – 01 vaga

– Médico – Área Pediatria – 01 vaga

– Médico veterinário – 01 vaga

– Pedagogo – 03 vagas (02 de ampla concorrência e 01 para negros)

– Técnico em Assuntos Educacionais – 02 vagas

Com Mais PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri