Inscrições no concurso e seleção da Prefeitura de Ouro Velho começam nesta segunda-feira

As inscrições do concurso e processo seletivo da Prefeitura de Ouro Velho, no Cariri da Paraíba, começam nesta segunda-feira (19) e podem ser feitas até o dia 30 de maio pelo site da banca organizadora, em https://www.consep-pi.com.br/concursos.

As taxas de inscrições custam R$ 49,30 para cargos de níveis fundamental e médio. Já para os de nível superior, custam R$ 98,40.

Ao todo, são 80 vagas abertas para cargos de níveis fundamental, médio e superior. O concurso público oferece 69 vagas e o processo seletivo conta com 11 oportunidades. Os salários vão de R$ 1.518,00 a R$ 3.778,98.

Concurso e seleção da Prefeitura de Ouro Velho

Vagas disponíveis no concurso e seleção da Prefeitura de Ouro Velho

Para o concurso público, estão disponíveis as seguintes oportunidades:

  • Agente Comunitário de Saúde
  • Agente de Endemias
  • Assistente Social
  • Auxiliar de Limpeza Urbana
  • Auxiliar de Serviços Gerais
  • Bioquímico
  • Coveiro
  • Educador Físico
  • Eletricista
  • Enfermeiro
  • Farmacêutico
  • Fisioterapeuta
  • Fonoaudiólogo
  • Merendeira
  • Motorista
  • Nutricionista
  • Odontólogo
  • Professor de educação infantil, ensino fundamental I, educação física, história, português e ciências
  • Psicólogo
  • Técnico em Enfermagem
  • Técnico em Higiene Dental
  • Técnico em Laboratório
  • Veterinário

Já para o processo seletivo, há vagas para as seguintes funções:

  • Enfermeiro
  • Odontólogo
  • Técnico em enfermagem
  • Técnico em higiene bucal

Provas

O concurso terá duas etapas. A primeira delas é a prova objetiva, aplicada no dia 29 de junho. A segunda fase é a análise da prova de títulos, que deve ser feita entre 28 de julho a 1° de agosto.

Já para o processo seletivo, será aplicada apenas uma etapa, sendo a aplicação da prova objetiva, que também será aplicada em 29 de junho.

Por fim, o resultado final do concurso será divulgado no dia 14 de agosto. O resultado final do processo seletivo deve ser divulgado em 28 de julho.

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil