Inmet emite alerta de perigo para 24 cidades na Paraíba por causa de chuvas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de risco por causa das chuvas na Paraíba. Neste domingo (16), 24 cidades paraibanas estavam elencadas no alerta.

O alerta deverá vigorar pelo menos até às 9h desta segunda-feira (17), podendo ser prorrogado caso haja necessidade.

Confira as cidades: 

  • Alhandra
  • Bayeux
  • Baía da Traição
  • Caaporã
  • Cabedelo
  • Capim
  • Conde
  • Cruz do Espírito Santo
  • Cuité de Mamanguape
  • Curral de cima
  • Itapororoca
  • Jacaraú
  • João Pessoa
  • Lucena
  • Mamanguape
  • Marcação
  • Mataraca
  • Pedras de Fogo
  • Pedro Régis
  • Pitimbu
  • Rio Tinto
  • Santa Rita
  • Sapé
  • São Miguel de Taipú

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri