Início do Campeonato Rural de Monteiro é adiado para 3 de setembro

A Secretaria de Esportes de Monteiro, adiou para o dia 3 de setembro, o início do Campeonato Rural, popularmente chamado de Ruralzão, devido a manutenção dos campos de futebol ainda não estar concluída. O campeonato estava previsto para começar no próximo domingo (27).

De acordo com a Secretaria de Esportes, com a prorrogação do início do Campeonato Ruralzão, haverá tempo suficiente para a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do município concluir todos os campos de futebol onde serão disputadas as partidas. Até o momento 80% dos campos já foram devidamente limpos e demarcados e estão aptos a serem usados para os jogos.

O secretário Rostand Chaves, destacou que o adiamento não trará prejuízos para as equipes nem modifica o calendário esportivo da Secretaria de Esportes para este segundo semestre, que já está com sua programação definida.

Este ano o Campeonato Ruralzão terá a participação de 40 equipes, divididas em oito chaves. “Cada jogo é uma festa. O campeonato traz lazer, saúde, confraternização e aquece a economia local, desde os árbitros, donos de lanchonetes, vendedores ambulantes, proprietários de veículos de frete e muito mais”, lembrou o secretário Rostand Chaves.

A prefeita Anna Lorena assegurou que até a abertura do campeonato anunciará os prêmios para as equipes que obtiverem as primeiras classificações. “Todo o investimento será feito com recursos próprios. Trata-se do maior campeonato de futebol amador do Cariri paraibano, com 40 equipes e mais de 900 atletas.”, disse a prefeita Anna Lorena.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB