Hospital da região do Cariri realiza cirurgias eletivas nesta terça-feira pelo programa Opera Paraíba

O programa Opera Paraíba realiza até esta terça-feira (17) cirurgias eletivas nos hospitais de Mamanguape, Taperoá Queimadas e Picuí. Mais de 60 pacientes estão sendo beneficiados nos quatro municípios com cirurgias gerais, além das que já estão na rotina dos hospitais, desde a última sexta-feira (13).

O programa representa um investimento de cerca de R$ 6 milhões apenas no primeiro ano e contempla mais de 12 mil paraibanos em 36 tipos de cirurgias.

Estão na lista de procedimentos cirúrgicos do Programa nas especialidades de ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ginecologia, proctologia e cirurgia geral.

No sábado, no hospital de Queimadas, cerca de 90 pacientes de 14 municípios foram avaliados para a realização de procedimentos, 20 deles saíram já operados do local.

De acordo com o coordenador médico do programa Opera Paraíba, Adilson Junior, além das cirurgias já previstas pelas unidades hospitalares, Sousa, por exemplo, já realizou 202 procedimentos cirúrgicos desde o lançamento do programa.  Além disso, há uma equipe móvel para intensificar o quantitativo de pessoas atendidas. Só esta equipe já realizou mais de 50 procedimentos cirúrgicos no mês de dezembro.

O objetivo do programa Opera Paraíba é ampliar a oferta de acesso às cirurgias eletivas de forma complementar à estratégia do Ministério da Saúde (MS), reduzir a fila de espera pelos procedimentos cirúrgicos eletivos e descentralizar o atendimento, sendo hoje concentrado nos grandes centro urbanos: João Pessoa e Campina Grande.

Click PB

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A Justiça da Paraíba determinou a suspensão da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Serra Branca, no Cariri do estado, em relação ao biênio 2027/2028. O pleito ocorreu em janeiro de 2026 e decisão também suspende a posse dos eleitos.

O juiz Odilson de Moraes considerou a eleição incompatível com a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelece o princípio da contemporaneidade para votação e fixa o mês de outubro do ano anterior ao início do período direto como tempo mínimo para o pleito.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) pediu a declaração da nulidade absoluta da eleição da Mesa Diretora da Câmara de Serra Branca e determinação da realização de novo pleito em conformidade com a Lei.

Segundo o promotor o promotor Ailton Nunes Melo Filho, a eleição ocorreu aproximadamente um ano antes do período legal, o que contraria a Lei Orgânica do Município e dos parâmetros do STF.

Ainda segundo o MPPB, o órgão chegou a expedir recomendação para a imediata anulação de todos os atos referentes ao pleito antecipado, mas a Câmara Municipal negou o pedido.

A imprensa tentou contato com a Câmara Municipal de Serra Branca, mas até a última atualização desta matéria não obteve retorno.

Com G1 Paraíba