Homem morre ao tentar fazer ultrapassagem mal sucedida na BR-230 na entrada da cidade de Juazeirinho

Um homem que dirigia um automóvel morreu na tarde desta segunda-feira (17) ao tentar ultrapassar um veículo e colidir com uma carreta que trafegava em sentido contrário na BR-230, na zona oeste da cidade de Juazeirinho, saída para o Sertão.

O acidente ocorreu em frente a chácara do popular Josemar da Cagepa.

Com o impacto, o motorista do HB20 com placas de São Paulo e que ainda não teve a identidade revelada à imprensa, ficou preso entre as ferragens e teve morte imediata.

O veículo ficou praticamente destruído com a batida na lateral da carreta que seguia no sentido Sertão da Paraíba.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer a remoção do cadáver de dentro do automóvel. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também se faz presente no local.

A região é bastante perigosa por se tratar de um trecho onde os veículo imprimem, geralmente, alta velocidade. Diversos acidentes com vítimas fatais já foram registrado naquele trecho nos últimos anos.

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima

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A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (13), 17 mandados de busca e apreensão para endereços na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. A Operação Arena foi autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba e determinou o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão de empresas investigadas, entre elas, a PixBet, plataforma paraibana de apostas, suspeita de ocultação da origem e movimentação de recursos faturados com jogos de azar e apostas esportivas.

Na Operação Arena, a Justiça determinou quebras de sigilos bancário e telemático. Conforme a Polícia Federal, os suspeitos usaram empresas e estruturas financeiras fora do país  para movimentar recursos ilegais. A PF quer saber a origem para foi o dinheiro.

Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras suspeitas superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025.

A Operação congrega uma força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Os investigados devem responder criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A Polícia Federal explicou como se dá a operação dos recursos faturados ilegalmente. Confira abaixo:

Com Mais PB