Homem é espancado no MS após ser confundido com Lázaro Barbosa

Um homem foi violentamente espancado após ser confundido com Lázaro Barbosa em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A cidade fica a quase 960 km de distância do local onde as buscas pelo serial killer são feitas em Cocalzinho de Goiás. As informações são do Balanço Geral da Record TV.

A vítima foi encontrada caída, com diversos ferimentos, até mesmo no rosto, e estava amarrada. O jovem recebeu atendimento médico do Corpo de Bombeiros ainda no local de mata.

A semelhança com o serial killer chamou a atenção dos moradores da região, pelo tom de pele e até o corte de cabelo.

Ele não é o primeiro a ser confundido com Lázaro. O cantor maranhense Vinícius Borges registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil porque está sendo confundido com o homem apontado como serial killer do Distrito Federal.

De acordo com as apurações do Balanço Geral, Vinícius se mudou para o Mato Grosso, mas não tem muitos conhecidos no novo estado. Por isso, as pessoas acabaram confundindo ele com o homem acusado de matar quatro pessoas da mesma família em Ceilândia.

O cantor relata ainda que está sofrendo com piadas até da própria família, que usa suas fotos para fazer montagens apontando as semelhanças entre ele e o criminoso foragido. Ele teme sofrer algum tipo de violência motivada pelas confusões por causa das semelhanças físicas.

Caçada

As buscas por Lázaro Barbosa já duram 15 dias. A caçada move centenas de agentes de segurança na região de Cocalzinho de Goiás (GO). Ele estaria escondido numa área de mata e desafia as autoridades locais, que tentam capturá-lo com operações diárias.

O cerco a Lázaro também inclui o uso de drone da Polícia Federal, com uma câmera termal capaz de detectar diferenças de temperatura, cães farejadores, blitze nos veículos que circulam pela região e policiais especialmente treinados em ambiente de caatinga e cerrado.

Com R7

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), e o Hemocentro da Paraíba estão desenvolvendo o DNA Jus, uma solução tecnológica que pretende tornar mais rápido, seguro e eficiente o fluxo de realização de exames de DNA solicitados pela Justiça. Nesta quarta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para alinhar detalhes do projeto e avançar na construção do sistema.

Atualmente, a solicitação e o agendamento dos exames envolvem procedimentos realizados de forma manual entre o Judiciário e o Hemocentro. A proposta do DNA Jus é concentrar as etapas em uma única plataforma, permitindo que o magistrado faça a solicitação e o agendamento da coleta, acompanhe o procedimento e tenha acesso ao laudo de forma digital e sigilosa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJPB, Fábio Araújo, explicou que a ferramenta foi pensada para simplificar o fluxo e reduzir o tempo de tramitação dos processos relacionados aos exames. Segundo ele, embora exista um tempo médio para a realização dos procedimentos, fatores específicos de cada caso podem interferir nos prazos.

“A ideia é facilitar a marcação, o agendamento e a coleta do material biológico e, consequentemente, a entrega dos resultados. Com um fluxo mais rápido e organizado, esperamos encurtar esse tempo, reduzindo circunstâncias externas que possam prejudicar o bom andamento dos procedimentos”, afirmou.

A previsão é que o sistema seja apresentado no dia 16 de novembro de 2026. A partir daí, a expectativa é disponibilizar a solução para utilização pelos magistrados e pelo Hemocentro.

De acordo com o diretor da Ditec, Daniel Melo, o DNA Jus está sendo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça a partir dos requisitos levantados junto ao Hemocentro. A proposta é substituir o atual fluxo manual, realizado principalmente por e-mail, por uma plataforma integrada.

“O DNA Jus surgiu da necessidade de modernizar o processo atual, que é feito de forma manual e pode gerar atrasos e burocracia. Estamos criando uma solução para unificar todo o fluxo de trabalho, otimizando tempo e prazos e entregando o resultado com maior eficiência à população”, explicou.

Na prática, o magistrado poderá acessar a plataforma ao identificar a necessidade de um exame de DNA, escolher o laboratório ou posto de coleta, fazer o agendamento e comunicar as partes envolvidas. As etapas seguintes, incluindo a coleta do material biológico e a geração do laudo, também serão gerenciadas pelo sistema.

O Hemocentro terá participação central no funcionamento da plataforma, sendo responsável pela coleta e pelo processamento do material biológico e pela elaboração dos laudos. Para o diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, José de Paiva Gadelha Neto, a ferramenta também representa um avanço em segurança e sigilo das informações.

“A reunião foi muito importante para modernizar a forma como as pessoas terão acesso ao resultado final dos exames de DNA. Com o novo sistema, o próprio magistrado poderá marcar a data da coleta das partes interessadas, o que representa ganho de tempo e segurança. E um dos pontos mais importantes é o sigilo, já que apenas o magistrado terá acesso final ao laudo”, destacou.

DE OLHO NO CARIRI

Por Ludmila Costa – Comunicação TJPB