Governo libera R$ 4,12 bilhões para ministérios

A diminuição das estimativas de gastos obrigatórios para o restante do ano fez a equipe econômica liberar R$ 4,12 bilhões para ministérios e órgãos federais. O valor foi divulgado há pouco pelos ministérios do Planejamento e da Fazenda, que divulgaram o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quarto bimestre.

Apresentado a cada dois meses, o relatório contém previsões sobre a economia que orientam a execução do Orçamento Geral da União. O detalhamento de quanto cada pasta receberá será publicado em decreto até o dia 30.

Em julho, o Planejamento tinha detectado uma folga de R$ 666 milhões em relação ao teto de gastos. Agora, a equipe econômica detectou uma folga de R$ 8,22 bilhões em relação à meta de déficit primário (resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública) de R$ 159 bilhões. Desse total, R$ 4,1 bilhões estão fora do teto de gastos, o que permitiu a liberação dos R$ 4,12 bilhões restantes de despesas discricionárias (não obrigatórias), sujeitas ao teto.

Da meta de déficit primário de R$ 159 bilhões, o governo calcula que encerrará o ano com resultado negativo de R$ 150,78 bilhões, resultando no espaço fiscal de R$ 8,22 bilhões. Para chegar a esse número, os Ministérios da Fazenda e do Planejamento projetaram redução de R$ 4,29 bilhões em gastos obrigatórios e elevação das receitas em R$ 3,93 bilhões em relação às projeções anteriores.

Segundo a equipe econômica, os principais fatores que elevarão a previsão de receita são o crescimento das estimativas de arrecadação do Imposto de Renda em R$ 999,7 milhões, do Imposto de Importação em R$ 1,29 bilhão e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido em R$ 1,38 bilhão. A alta do dólar, informou o governo, aumentou o imposto retido na fonte nas operações com residentes no exterior e o valor das mercadorias importadas em reais.

A valorização da moeda norte-americana também fez o governo melhorar a estimativa de royalties de petróleo em R$ 1,530 bilhão. Do lado das despesas, o governo reduziu a projeção de gastos obrigatórios porque a execução da Previdência Social, da folha de pagamento do funcionalismo, do seguro-desemprego e dos subsídios observada até agosto foi menor que o inicialmente previsto.

Com ClickPB

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O Portal De Olho no Cariri traz, com exclusividade, uma importante informação dos bastidores da política de Livramento, no Cariri paraibano. A bancada de vereadores da situação já definiu a composição da chapa que disputará o comando da Câmara Municipal para o biênio 2027/2028.

Após articulações políticas e entendimentos entre os parlamentares da base governista, o nome escolhido para encabeçar a chapa foi o do vereador Júnior de Durval, que terá Cassiano Vilar como vice-presidente, Valdomiro Pereira como primeiro-secretário e Islanna Barbosa como segunda-secretária.

A definição demonstra a movimentação da bancada de situação em torno da sucessão no Legislativo e sinaliza uma estratégia de união política para a condução dos trabalhos da Casa nos próximos dois anos.

Nos bastidores, a formação da chapa representa um passo importante para a consolidação de um projeto político dentro da Câmara Municipal, reunindo nomes que integram o grupo de sustentação política da atual gestão.

A eleição está marcada para esta terça-feira, dia 20 de outubro, e deverá oficializar a escolha da nova Mesa Diretora para o período de 2027 a 2028.

Apesar do entendimento firmado entre os vereadores da situação, a composição ainda precisará passar pelo processo de votação previsto no regimento da Casa.

Com a chapa definida, os próximos movimentos políticos prometem concentrar as atenções no Legislativo de Livramento, especialmente diante das articulações que envolvem o comando da Câmara para os próximos dois anos.

O Portal De Olho no Cariri, que acompanha de perto os acontecimentos políticos da região, sai na frente e revela, com exclusividade, os nomes escolhidos pela bancada de situação para disputar a direção do Poder Legislativo de Livramento.

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