Governo do Estado conclui licitação para compra de tubulação da adutora Transparaíba

O Governo do Estado, por meio da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), deu o primeiro passo nas obras da adutora Transparaíba. Pouco mais de dois meses depois do anúncio do governador Ricardo Coutinho, a companhia já licitou 183 mil metros de tubulação para a implantação do sistema adutor que atenderá, em sua primeira etapa, nove municípios.

A ata de registro de preços foi publicada na edição desta quarta-feira (4) do Diário Oficial do Estado. O investimento é de mais de R$ 113 milhões.

A Transparaíba vai garantir a segurança hídrica para cerca de 150 mil moradores das regiões do Curimataú que sofrem há décadas com a escassez d’água. A obra, que faz parte do programa Mais Trabalho, vai levar a 19 cidades as águas que estão chegando ao açude Epitácio Pessoa (Boqueirão) através da Transposição do Rio São Francisco.

“A obra vai regularizar o abastecimento nessas áreas que, historicamente, sofrem com a falta de chuvas. A Transparaíba vai atender essas cidades, independente de demanda e variações pluviométricas. E é importante destacar que os recursos são exclusivamente do Tesouro Estadual”, disse.

Serão 350 km de adutoras que captarão a água do açude Boqueirão para abastecer as cidades de Boa Vista, Soledade, Boqueirão, São Vicente do Seridó, Cubati, Sossego, Baraúna, Picuí e Frei Martinho (1ª etapa); e Juazeirinho, Olivedos, Pedra Lavrada, Nova Palmeira, Cuité, Nova Floresta, Barra de Santa Rosa, Damião, Cacimba de Dentro e Araruna (2ª etapa). O sistema também terá uma estação de tratamento e 21 estações de bombeamento.

 

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB