Governo do Estado altera comando de Batalhões da Polícia Militar

O governador Ricardo Coutinho (PSB) alterou, através de ato publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial do Estado, o comando de alguns Batalhões da Polícia Militar. Recentemente o gestor já havia feito modificações no comando de outros Batalhões.

Conforme a portaria, o coronel João da Mata deixa o Comando do Policiamento Regional I. O cargo passa a ser ocupado pelo coronel Paulo Almeida da Silva Martins, que deixa o comando do Batalhão de Polícia de Trânsito da Paraíba (BPTran).

Para o cargo antes ocupado por Almeida, o governador nomeou o major Jucier Pereira de Lima.

Também houve alteração no Comando do Policiamento Regional II. O coronel  Manoel Dedeu Neto, deixa o cargo de comandante. Para a função, o governador nomeou o tenente coronel Eneas da Cunha Rolim Neto, que antes comandava o 13º Batalhão de Polícia Militar.

Com a saída de Cunha Rolim, o major Elder Fabio Ribeiro Muderno assume o comando do 13º BPM. Antes ele comandava a 5º Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM).

Conforme ato do governador, o major Romulo Ferreira de Araujo passa a comandar a 5ª CIPM.

Com MaisPB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB