Gabriel Diniz será sepultado em João Pessoa após ser velado no ginásio Ronaldão

O cantor Gabriel Diniz será velado e sepultado em João Pessoa. O velório deve acontecer no ginásio Ronaldão, na Capital. Ele morreu nesta segunda-feira (27) após queda de avião em Sergipe. A informação da cerimônia fúnebre foi confirmada pela assessoria do artista. O corpo do cantor deve chegar na madrugada desta terça-feira (28) a João Pessoa.

GD, como também era conhecido, estava acompanhado de dois amigos na aeronave que caiu em uma região de mangue, no município de Estância, estado de Sergipe.

Os corpos foram removidos do local do acidente para o Instituto Médico Legal (IML) de Maceió.

Ele havia saído de Salvador, na Bahia, com destino a Maceió, Alagoas, onde comemoraria o aniversário da namorada.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri