Flavinha lança “Congo tá na moda” e aposta na geração de emprego e renda

Em entrevista concedida ao Programa Ponto de Vista, da Serra Branca FM, a prefeita Flavinha (MDB) fez uma avaliação dos primeiros anos de sua gestão, lançou o evento “Congo tá na moda” e anunciou a inauguração do Parque Linear para próxima quinta-feira (6).

Em sua fala, a gestora destacou o potencial do Congo para produção de roupas e como vai tentar alavancar o município economicamente, dando visibilidade aos produtos locais. “Já nos reunimos com as costureiras, empresários, fizemos estudos e vamos tentar avançar ainda mais com o Congo tá Moda”, pontuou a prefeita.

Além disso, Flavinha celebrou os investimentos em obras estruturantes, a exemplo do Parque Linear que será inaugurado na próxima quinta, ao mesmo tempo que consegue tirar do papel diversos programas sociais, como o Capacita Congo, que ontem entregou dezenas de diplomas e teve seu contrato renovado com o SENAI para 2025.

“O Congo vive seu melhor momento, com obras, programas e inúmeras iniciativas que transformam a vida do povo. Temos que agradecer aos parceiros, à equipe, mas, sobretudo à população que abraçou essa ideia”, finalizou a gestora.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB