Filho de São Domingos do Cariri, padre José Marcondes Neves é designado pelo bispo para estudar em Roma

Em recente carta circular publicada pelo bispo diocesano de Campina Grande, dom Dulcênio Fontes de Matos, um sacerdote filho de São Domingos do Cariri foi designado para ampliar seus estudos em Roma, sede da Igreja Católica.

O padre José Marcondes Neves é natural do sítio Porteiras e é filho de José Fernandes das Neves e Zulmira Joana das Neves. Irmão do ex-vice-prefeito e secretário Baixinho, Pe. José Marcondes já estudou em Roma quando se preparava para o sacerdócio. Ele agora volta para dar novos passos em seus estudos teológicos e disse está muito feliz com a missão.

Padre José Marcondes Neves atua hoje na paróquia de Aroeiras e destacou: “Estou feliz pela escolha do nosso bispo. Como bom pastor que é, ele sabe o que é melhor para seu rebanho e será uma oportunidade de aprendizado e crescimento pessoal e espiritual”.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri