Ex-prefeito caririzeiro toma posse como novo presidente da Empaer

O ex-prefeito de Camalaú, Aristeu Chaves, assumiu nesta terça-feira (24), a presidência da Empaer na Paraíba. A solenidade aconteceu na sede órgão, em João Pessoa, e contou com a participação do procurador do Estado, Fábio Andrade, com a presença do secretário de Agricultura familiar da Paraíba, Bivar e diversas outras lideranças.

Durante a posse, Aristeu Chaves, fez uma análise dos desafios à frente da direção do órgão e afirmou que tem muito trabalho pela frente.

“Temos muito trabalho pela frente onde temos plenas condições de fomentar a atividade de agricultura em nosso estado. Agradeço a confiança do governador João Azevêdo em meu nome, ao qual de agora possamos trabalhar em prol do desenvolvimento da Paraíba,” disse.

No primeiro mandato do governo João Azevêdo, Aristeu esteve à frente da coordenação do programa Procase.

Uma caravana de Camalaú esteve presente na posse, dentre elas o prefeito Bira Mariano, o presidente da Câmara Municipal, vereador Genildo, a vereadora, Nicinha, o ex-prefeito, Jacinto e o ex-vereador, João.

De Olho no Cariri

Com Blog Bruno Lira

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil