Estudo desenvolvido no CDSA avalia influência de temperaturas da água para superar dormência em semente de planta

Um estudo que aborda questões que marcam populações vegetais de referência nos sistemas ecológicos do Semiárido brasileiro foi publicado por integrantes e colaboradores do Laboratório de Ecologia e Botânica (LAEB) do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido no periódico Brazilian Journal of Biological Sciences. O objetivo foi avaliar a influência de diferentes temperaturas da água como superação da dormência da semente em Mimosa ophthalmocentra Mart. Ex Benth. (conhecida como jurema de imbira) de forma simples e econômica, na região semiárida brasileira.

O artigo “Hydrothermal treatments for overcoming dormancy in seeds of Mimosa ophthalmocentra Mart. ex Benth. (Fabaceae: Mimosoideae)” está disponível na edição número 7, de 2017 da referida publicação.

“A eficiência na produção de mudas é decisiva para o resultado final da sua aplicabilidade. Portanto, são necessárias estratégias para assegurar um surgimento rápido e uniforme, especialmente quando está associada a métodos sustentáveis”, diz o estudo.

A publicação foi assinada por Azenate Campos, Alecksandra Vieira, Riselane Lucena, Edna Ursulino, Carina Seixas, Amelya Lopes, Adriano Lopes e Francisca Maria Barbosa. “É uma importante sinalização de que estamos trabalhando e difundindo o conhecimento gerado e isto é o que define a base de atuação de todos os que estão envolvidos no LAEB”, disse a coordenadora do Laboratório, professora Alecksandra Vieira.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB