Esposa de prefeito paraibano expõe suposta traição do prefeito e anuncia saída de cargo da prefeitura

A então primeira dama de Mogeiro, Samara Virgínia, anunciou sua saída da Secretaria de Ação Social do município e a separação do prefeito José Alberto. Ela expôs fotos dele com uma mulher em Brasília, em publicação no Facebook, nessa quinta-feira (20), na qual ela fez um desabafo.

“Vejam o comportamento do prefeito de Mogeiro e qual foi o maior pleito que ele conseguiu em Brasília”, disse ela na postagem ao publicar as fotos do prefeito José Alberto com uma mulher, na capital federal.

“Compartilho com todos este momento delicado em minha vida, que durante estes 12 anos de convivência sempre procurei honrar e respeitar a pessoa que estive ao seu lado, mas, vi que de nada valeu a pena honestamente, é muito difícil depois de tantas lutas poder viver uma situação dessas…”, desabafou ela, na mesma publicação no Facebook.

“Desejo ainda que Deus o abençoe ao lado da futura primeira dama”, ironizou Samara Virgínia.

Veja na íntegra.

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri