Em nova assembleia, professores da UEPB decidem continuar em greve

O corpo docente da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) realizou Assembleia Deliberativa, nesta quinta-feira (29), na sede da instituição, em Campina Grande, para discutir a paralisação dos professores que dura desde o dia 12 de abril. De acordo com as primeiras informações, o Comando da Greve chegou a um acordo com a reitoria da universidade, mas a greve está mantida, pois o governo do Estado ainda precisa se comprometer com determinadas solicitações de orçamento.

De acordo com o 2º tesoureiro da Associação dos Docentes da Aduepb, Edson Holanda, a categoria conseguiu avanços e agora as ações se concentraram em estabelecer um acordo com o governo do Estado.

“A categoria decidiu pela manutenção por entender que estamos em um momento crucial. Conseguimos alguns avanços no que diz respeito a negociação com a reitoria da instituição, e gora a precisamos partir pra uma negociação com o governo do Estado. A gente chegou a um entendimento que a categoria reconhece que é possível fazer. Agora para que isso seja colocado em prática, precisamos do compromisso do governo do Estado, de que vai haver a manutenção do orçamento mínimo aprovado pela Lei Orçamentária Anual (LOA)”, salientou o membro da Associação.

Ainda segundo Edson, a Associação dos Docentes da UEPB (Aduepb) concentrará suas ações na capital do estado, embora a sede da instituição seja em Campina Grande. O motivo da medida é estabelecer uma relação mais próxima coma sede do Governo. “Todas as ações daqui pra frente serão priorizadas em João Pessoa, no sentido de sensibilizar o Governo. Agora, é centrar fogo para que a gente conclua essas negociações o quanto antes”, finalizou o tesoureiro.

Com Portal Correio

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil