EM MONTEIRO: Jovem vítima de queda de cavalo teve morte cerebral e família autoriza doação de órgãos

Após protocolo concluído e três avaliações médicas, foi confirmada a morte encefálica da jovem Maria Clara Hernandez, de 18 anos. A família autorizou ato de amor e solidariedade através da doação de órgãos. A jovem sofreu uma queda de cavalo na noite da última sexta-feira (02), na zona rural de Monteiro.

Inicialmente ela foi socorrida para o Hospital Regional de Monteiro, e devido a gravidade dos ferimentos, foi transferida para o Hospital de Trauma de Campina Grande, onde foi confirmada sua morte cerebral.

Segundo informações repassadas por pessoas próximas à família, o protocolo de morte encefálica foi oficialmente concluído após a realização das três avaliações clínicas exigidas por lei. Todas as etapas do processo médico confirmaram a inatividade cerebral irreversível, atestando o óbito neurológico da paciente.

“Com o coração dilacerado pela perda, mas guiados por um gesto de profunda humanidade, os familiares autorizaram a doação de órgãos, permitindo que outras vidas sejam salvas a partir dessa tragédia. “A partir de agora estamos providenciando a doação de órgãos”, afirmou um membro da família.

A decisão, mesmo em meio à dor, representa um ato de esperança e solidariedade, que transforma luto em vida e honra a memória de Maria Clara de forma generosa e exemplar.

A comoção com o caso segue intensa nas redes sociais e em toda a região. Amigos, colegas e a comunidade se unem em mensagens de apoio, oração e respeito à família, que vive um dos momentos mais difíceis de sua trajetória.

Com informações da Rádio Cidade Sumé

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil