Em abril, ALPB concedeu título de cidadania paraibana a Gabriel Diniz

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) concedeu no último dia 1º de abril o título de cidadão paraibano ao cantor Gabriel Diniz, que nesta segunda-feira (27) faleceu após o avião que estava cair na cidade de Estância, em Sergipe. A propositura foi do deputado João Gonçalves (Podemos).

Na sessão, foi reconhecida a trajetória profissional do compositor, natural de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, pelo Estado paraibano.

GD, ao receber a homenagem, disse: “Fico muito feliz. É uma afirmação do que a gente já vive aqui, na Paraíba, há 25 anos. Eu sou muito feliz de morar aqui e ser agora, efetivamente, considerado paraibano, agradecendo a todos que concederam isso, pois minha família e meus amigos são daqui. Gosto demais dessa terra e vou levar o nome da Paraíba sempre comigo”, afirmou.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri