Despesa média do TJPB com juízes é a 4ª maior do Nordeste, diz CNJ

Segundo Relatório Justiça em Números 2017, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a despesa média mensal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) com juízes é a quarta maior do Nordeste. São gastos R$ 44 mil por juiz, por mês. Têm despesas maiores Sergipe (R$ 53 mil), Bahia (R$ 47 mil) e Pernambuco (R$ 45 mil). Ainda assim, os gastos do TJPB estão abaixo da média nacional, de R$ 49.093. Com relação aos servidores a despesa média é a terceira menor do país, entre os tribunais estaduais.

De acordo com o levantamento, a despesa média mensal na Paraíba é de R$ 8.654 por servidor, maior apenas que o Tribunal de Justiça de Sergipe (R$ 5.835) e o Tribunal de Justiça do Acre (R$ 7.156).

Segundo o relatório, nesses valores estão computados benefícios e despesas em caráter indenizatório – como diárias, passagens, auxílio moradia, entre outros.

Do total de despesas com pessoal, 8,3% são com com cargos e funções comissionadas. A média nacional é de 16,3%.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB