Depois de Ivete, Eliane, Rita de Cássia e Waldonys têm shows cancelados em Campina Grande

Após o anúncio do cancelamento do show de Ivete Sangalo que estava previsto para esta sexta-feira (07), no Maior São João do Mundo do Mundo, agora mais três artistas tiveram suas apresentações canceladas em Campina Grande: Eliane “A Rainha do Forró”, Waldonys e Rita de Cássia.

Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (07) os três artistas informaram que tiveram seus shows cancelados. “De forma grosseira e sem nenhum respeito a notícia de que fomos substituídos foi divulgada na internet pelas próprias redes oficiais do São João de Campina Grande”.

Os artistas informaram ainda que procuraram a produção para obter explicações sobre o fato. A resposta teria sido que a motivação para o cancelamento de sua participação foi “‘falta de dinheiro’ para pagar nossas apresentações, justificativa essa que não convence a nenhum de nós artistas e muito menos ao público”.

Ainda de acordo com o comunicado, não houve nenhum problema pessoal por parte deles que justificasse o cancelamento. “É lamentável, mas infelizmente nesse momento o que podemos fazer é pedir DESCULPAS aos nossos fãs e a quem respeita a história do nosso forró”, finaliza a nota assinada por Eliane, Waldonys e Rita de Cássia.

A assessoria da Medow Entertainment informou que o contrato não havia sido firmado e que, por isso, considera que não houve cancelamento. A alteração teria sido feita ainda no início da montagem da programação. Quando foi feito o primeiro ajuste na grade, os artistas teriam já saído da programação.

O show de Waldonys estava agendado para acontecer no dia 13 de junho; já Rita de Cássia iria se apresentar no Parque do Povo no dia 19 de junho e Eliane faria show no dia 22 de junho. Já em publicação do dia 18 de maio no Instagram do evento, nenhum dos três aparece mais no quadro de programação.

Com Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri