Cortejo reúne milhares de pessoas no último adeus a Gabriel Diniz

 

Após a missa de corpo presente, o corpo do cantor Gabriel Diniz deixou o estádio Ronaldão na tarde desta terça-feira (28) em carro aberto, em cima de um veículo do Corpo de Bombeiros, rumo ao Cemitério Parque das Acácias, em João Pessoa, capital da Paraíba. A população presenciou a saída do caixão e alguns acompanharam, a pé, o cantor por algumas ruas.

O corpo foi velado durante o dia de hoje. O cantor recebeu homenagens de familiares, fãs e artistas que lotaram o Ronaldão.

O trânsito no trajeto foi bloqueado à medida que o grupo avançou, por esquipes da Semob. Eles  percorreram as avenidas Ranieri Mazilli, seguindo pelo viaduto do Cristo e pela Avenida Hilton Souto Maior até a Rua Elísio Herculano de Melo, que dá acesso ao cemitério.

De Olho no Cariri

Informações Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri