Conselho de Educação Física notifica academias da região do Cariri por irregularidades

Dez academias foram notificadas na Paraíba durante fiscalizações realizadas pelo Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região (CREF10), do dia 2 ao dia 4 deste mês, de acordo com um balanço divulgado nesta quinta-feira (10). A maioria dos estabelecimentos não tinha profissional habilitado e registrado, conforme o Conselho.

Os locais receberam avisos para não funcionar até que a situação seja regularizada. Das oito academias fiscalizadas em João Pessoa, situadas nos bairros Valentina Figueiredo, Paratibe e Jardim Cidade Universitária, apenas uma foi notificada.

No Sertão, no município de Teixeira, dois locais foram visitados e, em um deles, foi verificado que duas pessoas estavam atuando sem registro profissional. Por isso, uma notificação foi emitida. Em Passagem, os estabelecimentos estavam fechados no momento da ação. Em Cacimba de Areia, a academia visitada estava em situação regular.

Na mesma região, em Junco do Seridó, dois estabelecimentos foram fiscalizados e um apresentou situação irregular, por estar sem registro e não contar com um profissional. Na cidade de Soledade, localizada no Agreste, duas academias foram notificadas pelos mesmos motivos.

Já no Cariri, em Taperoá, três estabelecimentos foram notificados, dois por estar sem registro no CREF10 e todos pela ausência de profissional de Educação Física no horário da ação. Um dos locais contava com profissional licenciado, mas não habilitado a trabalhar em academias.

No município de Livramento, uma academia estava sem registro e sem profissional no horário. Em Assunção, os locais não estavam funcionando durante a fiscalização.

DESINTERDIÇÃO

Uma academia que havia sido fechada no dia 13 de junho após uma fiscalização do Conselho, no município de Juazeirinho, também no Cariri, foi desinterditada durante as ações.

De Olho no Cariri

Com G1 PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri