Concurso da prefeitura de Prata é reaberto com 78 vagas; confira

Foi reaberto na segunda-feira (28), por meio de um novo edital, o concurso da prefeitura de Prata, no Cariri da Paraíba, que estava suspenso desde o dia 28 de junho de 2016. De acordo com o novo edital, o número de vagas caiu de 86 para 78 oportunidades, com a retirada de quatro cargos. As novas inscrições para o concurso começam no dia 4 de setembro e seguem até 5 de outubro, exclusivamente pela internet, no site da organizadora.

No novo edital, das 78 vagas previstas, seis são para pessoas com deficiência. Os salários variam de R$ 937 a R$ 2.500. O maior número de vagas disponíveis é para o cargo de auxiliar de serviços gerais, com 10 oportunidades. Os cargos com maior salário são os de médico e médico psiquiatra. As provas estão previstas para acontecer no dia 19 de novembro, em local e horário a ser definido.

Os candidatos que fizeram a inscrição no concurso anterior estão automaticamente inscritos neste novo concurso, sem necessidade de pagar uma nova taxa de inscrição, mas não podem realizar a troca de cargo. Caso o candidato inscrito no certame anterior não queria participar deste concurso, deve solicitar na prefeitura de Prata a devolução da taxa de inscrição.

Caso o candidato inscrito no concurso anterior não tenha realizado o pagamento do boleto da inscrição, ele deve imprimir a 2ª via do documento e realizar o pagamento até a data de vencimento. Para estes e para os novos candidatos, as taxas de pagamento permanecem R$ 40 para cargos de nível fundamental, R$ 50 para cargos de níveis técnico e médio e R$ 60 para cargos de nível superior. As pessoas em condições de pobreza devidamente comprovada podem pedir isenção da taxa.

Além das vagas para médico, médico psiquiatra e auxiliar de serviços gerais, também há oportunidades para assistente social, psicólogo, enfermeiro, odontólogo, bioquímico, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico veterinário, nutricionista, fiscal sanitário, educador físico, terapeuta ocupacional, assistente jurídico, pedagogo, professor de língua inglesa, professor de língua portuguesa, técnico em agropecuária, técnico em informática, auxiliar de consultório dentário, técnico em enfermagem, técnico em laboratório, agente administrativo, técnico administrativo, facilitador na formação técnica geral, oficineiro, monitor, orientador social, fiscal de obras, fiscal de serviços urbanos e ambiental, fiscal de tributos municipais, músico instrumentista, artífice pedreiro, artífice encanador, motorista categoria D, operador de máquinas pesadas, coveiro, gari e vigia.

Os candidatos inscritos no concurso anterior e que já haviam realizado o pagamento da taxa de inscrição para os cargos de odontólogo endodontista, odontólogo protesista, odontólogo bucomaxilofacial e técnico protético, que foram extintos, devem solicitar a devolução da taxa, formalmente, na sede da prefeitura, localizada à Avenida Ananiano Ramos Galvão, SN, Centro de Prata, no horário entre 7h e 13h.

O concurso anterior teve o edital publicado no dia 20 de abril de 2016, mas foi suspenso por meio de um decreto publicado pelo prefeito Antônio Costa Nóbrega Júnior (PMDB), após o órgão de Controle Interno da prefeitura identificar irregularidades e solicitar retificações e adaptações em alguns itens do edital.

Com G1 PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB