Comitê interinstitucional fiscaliza abrigo São Vicente de Paulo, em Serra Branca

O Comitê Interinstitucional de Fiscalização de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), coordenado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), inspecionou, nessa quarta-feira (23/10), o abrigo São Vicente de Paulo, instituição de longa permanência para idosos (Ilpi), localizada no município de Serra Branca, no Cariri Paraibano.

As principais inadequações encontradas na instituição inspecionada foram acessibilidade parcial, quartos com precária ventilação e estrutura inadequada e insuficiente para a quantidade de pessoas acolhidas, além de fragilidades no atendimento às pessoas idosas pela rede local de assistência social e saúde.

Participaram da fiscalização o promotor de Justiça de Serra Branca, Leonardo Cunha Lima de Oliveira, que atua na defesa da cidadania, e integrantes do Comitê; profissionais do Corpo de Bombeiros, Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa); dos conselhos regionais de Serviço Social, de Farmácia, de Enfermagem, de Nutrição, de Fisioterapia e Terapia Ocupacional; da Secretaria de Desenvolvimento Humano do Estado e do Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas Idosas, além de servidores do Ministério Público.

Conforme explicou o promotor de Justiça Leonardo Cunha Lima de Oliveira, os órgãos que participaram da inspeção elaborarão relatórios que vão nortear a atuação do MPPB para garantir que os idosos atendidos pelo estabelecimento tenham seus direitos assegurados. “Já existe na Promotoria de Justiça um procedimento instaurado para acompanhar a situação da instituição de acolhimento. Vamos aguardar o envio dos relatórios dos órgãos técnicos para instaurar novo procedimento e tomar as medidas necessárias para que sejam sanadas as irregularidades identificadas”, detalhou.

Ascom MPPB

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Um empresário da Paraíba foi alvo de uma quadrilha de Pernambuco após cair no ‘golpe do amor’, enviando e recebendo fotos e vídeos íntimos e sendo ameaçado de ter as conversas tornadas públicas. O caso foi divulgado pelo delegado João Ricardo e uma mulher foi presa suspeita de participação no crime.

Segundo o delegado, a mulher presa utilizava uma conta no Instagram para abordar empresários e manter contato com eles. A partir daí, a conversa evoluía ao WhatsApp, chegando a ter troca de fotos e vídeos íntimos.

Depois, a suspeita ameaçava as vítimas dizendo que iria divulgar o teor das conversas, exigindo o envio de dinheiro para que isso não acontecesse.

“Uma mulher e outras pessoas que utilizavam o Instagram para iniciar conversas com empresários de outros estados. Migram [a conversa] para o WhatsApp, iniciam conversas intimas, enviam e recebem fotos e vídeos íntimos para depois fazer ameaças de vazar toda a conversa desses arquivos. Eles (suspeitos) pedem valores. O empresário chegou a pagar, até que procurou a delegacia. Identificamos algumas pessoas envolvidas e uma delas foi presa. As investigações vão continuar”, contou o delegado.

Com Portal Correio