Abertas as inscrições para concurso da cidade de Prata; 78 vagas ofertadas

A Prefeitura de Prata, inscreve a partir desta segunda-feira (4) para o concurso público que oferece 78 vagas nos níveis fundamental, médio, técnico e superior, com remunerações que variam entre R$ 937 e R$ 2,5 mil.

O concurso será feito por meio de prova teórica e prova de títulos, com inscrições seguindo até as 23h59 do dia 5 de outubro. Para se inscrever, o candidato deve acessar o site da empresa responsável pelo concurso.

De acordo com o edital, houve adequação de cargos ofertados e extinção para os cargos de odontólogo endodontista; odontólogo protesista; odontólogo bucomaxilofacial; e técnico protético. Os candidatos que se inscreveram para estas vagas devem solicitar a devolução da taxa de inscrição na sede da prefeitura.

Ainda segundo o edital, candidatos que tenham feito inscrições no concurso anterior e que tenham efetuado o pagamento da inscrição estão inscritos automaticamente neste concurso.

A previsão é de que as provas vão ser realizadas no dia 11 de novembro. O resultado final deverá ser divulgado no dia 4 de dezembro.

Confira o edital.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB