Com um óbito no Cariri, Paraíba confirma 14 mil casos e 11 mortes por dengue em 2024

A Paraíba confirmou mais de 14 mil casos de dengue de janeiro a novembro de 2024. Os registros representam quase 90% dos casos de arboviroses confirmados no estado neste ano. De acordo com um boletim epidemiológico das arboviroses, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), dos casos confirmados, 11 pessoas morreram.

De acordo com o relatório da SES, na Paraíba foram registrados 16.004 casos de arboviroses, sendo 14.253 de  dengue, 1.665 chikungunya e 86 de zika.

As mortes por dengue foram confirmadas nas cidades de Cabedelo (1 caso); Camalaú (1); Campina Grande (2); Catolé do Rocha (1); Conde (1); João Pessoa (2); Lucena (01); Massaranduba (1) e São João do Rio do Peixe (1). Uma das mortes está sendo investigada no município de Itabaiana.

No que se refere à chikungunya, cinco mortes foram confirmadas, com maior incidência em Campina Grande, João Pessoa e Monteiro. Nenhuma morte foi confirmada por zika.

A técnica responsável pelas Arboviroses, Carla Jaciara, alerta que, embora as autoridades de saúde estejam monitorando e reagindo a essas ocorrências, a participação da população é fundamental. “Dentro desse contexto do plano de contingência das arboviroses, é importante que a população exerça o seu papel de cidadão, faça sua atividade diária para a eliminação do foco de forma adequada, de forma correta, como também o armazenamento de água de forma correta”, destacou.

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O projeto “O Mágico de Oz na Escola do Campo: uma leitura em três atos”, desenvolvido em Boa Vista, conquistou o 1º lugar na 3ª Gerência Regional de Educação e foi apresentado durante o III Seminário de Boas Práticas – Territórios que Alfabetizam, promovido no âmbito do programa Alfabetiza Mais Paraíba, do Governo do Estado.

A iniciativa foi idealizada pela professora Albaneide, com a participação dos alunos do 4º ano da Escola Municipal Severino Tavares da Silva, localizada na comunidade Cacimba Nova. Inspirado na obra O Mágico de Oz, o projeto utilizou a literatura como ferramenta para estimular a leitura, a escuta, a inclusão e o desenvolvimento das práticas pedagógicas.

A proposta envolveu estudantes, equipe escolar, pais, Secretaria Municipal de Educação e gestão municipal, fortalecendo a participação da comunidade no processo de aprendizagem e demonstrando a importância de estratégias educativas que aproximam o conhecimento da realidade dos alunos.

De Olho no Cariri