Com chegada de insumos, Queiroga prevê ao menos 40 milhões de doses em junho

Com a chegada ao país neste sábado (22) de insumos para retomar a produção de doses da AstraZeneca, o Ministério da Saúde prevê a entrega de pelo menos 40 milhões de vacinas no mês de junho.

A estimativa foi feita neste domingo (23) à CNN pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Caso o governo federal viabilize a entrega do montante, será o maior número de doses entregues em um único mês desde o início da pandemia do coronavírus.

A estimativa é de que a maior parte do total de doses previstas seja da AstraZeneca, tanto da Fiocruz quanto pelo consórcio Covax Facility. Para o próximo mês, o Ministério da Saúde também espera entregar 12 milhões de doses da Pfizer.

Em conversa com a CNN, Queiroga também ressaltou que o governo federal tem acompanhado de perto a chegada ao país da variante indiana da Covid-19. O objetivo, segundo ele, é “evitar a transmissão comunitária”.

“Iniciaremos uma ampla ação de testagem no Brasil, com reforço em São Luís. As ações de vigilância em saúde têm sido importantes para a identificação precoce dos casos positivos para a Covid-19 com acompanhamento genômico para identificação de variantes”, afirmou o ministro à CNN.

A previsão é de que na próxima terça-feira (25) cheguem ao país insumos para retomar a produção da Coronavac pelo Instituto Butantan. A previsão é de que sejam entregues 6 milhões de doses do imunizante em junho.

Com o registro de 860 mortes nas últimas 24 horas, o Brasil se aproxima de 450 mil vidas perdidas para a Covid-19.

No domingo (23), também foram registrados 35.819 casos, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Com a atualização, o país chega a 449.068 mortes e 16.083.258 casos de Covid-19.

CNN Brasil

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O açude Epitácio Pessoa é fonte de renda para 650 pescadores registrados do município de Boqueirão, no Cariri da Paraíba. E com a chegada da primavera, em meados de setembro, o período se torna mais propício para a pesca com as altas temperaturas.

O pescador José Batista destaca que o momento perfeito para pesca é a partir do dia 20 de setembro, quando a água esquenta ainda mais.

“Para nós que somos pescadores daqui de Boqueirão, isso aqui é o céu. A gente vive no paraíso”, ressalta.

O aumento da temperatura favorece a reprodução dos peixes. Como são animais que a temperatura corporal varia de acordo com o ambiente, a temperatura elevada é uma espécie de “gatilho biológico”, tornando o momento ideal para os peixes se reproduzirem.

Açude de Boqueirão atinge 47% da capacidade

Além de garantir a renda dos pescadores, o manancial é responsável por abastecer Campina Grande e outras 18 cidades da região. Atualmente, o açude de Boqueirão está com cerca da metade da capacidade total de armazenamento.

Na última quarta-feira (9), o açude marcou pouco mais de 47% da capacidade total. O volume é superior a 220 milhões m³ de água.

Antes da chegada da Transposição do Rio São Francisco, o reservatório chegou a ter apenas 3,6% da capacidade em março de 2017. Segundo o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), foi o nível mais baixo da história.

Em 2017, o açude chegou a ter apenas 3,6% da capacidade. O nível mais baixo da história. — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Em 2017, o açude chegou a ter apenas 3,6% da capacidade. O nível mais baixo da história. — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Na época, a expectativa dos técnicos era que o açude acumulasse de 40 a 50% da capacidade total.

De olho no Cariri

Com G1 Paraíba