Centro de Referência Intermunicipal da Mulher começa a atender na próxima terça

O Centro de Referência Intermunicipal de Atendimento às Mulheres do Cariri: Maria Eliane Pereira dos Anjos, realizou nesta quarta-feira (29/05), a primeira reunião intermunicipal com os 18 municípios consorciados do Cisco. Na ocasião, o presidente do Cisco, Jeferson Roberto, esteve presente.

O objetivo foi a divulgação e apresentação do Centro de Referência aos municípios consorciados e o planejamento da formação da Rede Intermunicipal de Enfrentamento à Violência Contra às Mulheres.

No encontro foi ressaltado pela coordenadora do Centro, Lucineide Pereira, a importância e necessidade urgente da formação da rede intermunicipal, a articulação entre os serviços e os municípios para enfrentamento da realidade de violência contra a mulher e rompimento do ciclo de violência em que a mesma está inserida.

O Centro de Referência Intermunicipal de Atendimento às Mulheres inicia seu atendimento na próxima terça-feira, 04, com horário de expediente das 8h às 14h e atende mulheres vítimas de violência doméstica e sexual, por meio de equipe técnica especializada formada por assistente social, psicóloga e advogada, além dos demais profissionais da instituição.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri