Casa Lotérica confirma que em Monteiro tem acertadores no Bolão da Mega-Sena

A Casa Lotérica Camisa 10, instalada no município de Monteiro confirmou nesta segunda-feira, 3, que um dos cartões premiados no sorteio nº 2156, realizado na noite do último sábado, 1, foi feito pela Casa Lotérica.

Semanalmente a Casa Lotérica Camisa 10, instalada no Shopping Bormorat, centro de Monteiro, disponibiliza dezenas de cartões, tipo BOLÃO, que são comercializados aos clientes apostadores.

O prêmio da Mega-Sena desta semana estava acumulado em R$ 55.000.000,00 (cinquenta e cinco milhões de reais), e, após a divulgação dos números sorteados (01, 06, 23, 26, 39 e 49), confirmou-se que a Mega-Sena acumulou mais uma vez, porém, a Quina teve 91 acertadores e entre estes está um cartão emitido pela Casa Lotérica Camisa 10.

O bilhete premiado na Quina desta semana foi adquirido por 09 apostadores, possivelmente de Monteiro, que fizeram as apostas ao preço de R$ 11,00 (onze reais) e vão dividir um prêmio superior a R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais).

Após o assunto chegar ao conhecimento da população monteirense, a movimentação da Casa Lotérica Camisa 10 duplicou neste início de semana, uma vez que o prêmio da Mega-Sena da próxima quarta-feira está estimado em R$ 63.000.000,00 (sessenta e três milhões de reais), além das premiações da Quina e Loto Fácil.

Informações com Vitrine do Cariri

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri