Cadastro dos convocados na 1ª chamada do Sisu para UFCG começa nesta quinta

Começa nesta quinta-feira (10) o cadastramento dos estudantes convocados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (SISU) na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Ao todo são 1.360 convocados e o processo segue até esta sexta-feira (11).

O cadastramento será realizado das 8h às 11h30min e das 14h às 17h, na coordenação do curso para o qual o candidato foi classificado. O não comparecimento ou não apresentação da documentação exigida implicará na perda do direito à vaga. Estão previstas até oito chamadas, conforme a existência de vagas. A segunda chamada está prevista para acontecer na segunda (14).

São exigidos no ato do cadastramento cópias do certificado de conclusão do ensino médio ou curso equivalente, ou diploma de graduação em curso superior, devidamente assinado pelo candidato e pela escola; Identidade; CPF; título de eleitor para os brasileiros maiores de 18 anos, com comprovante de presença na última eleição (1º e ou 2º turno da eleição de 2014); prova de quitação com o Serviço Militar, para os brasileiros do sexo masculino e maiores de 18 anos; certidão de nascimento ou de casamento e comprovante de residência.

Os candidatos aprovados nas vagas reservadas devem apresentar documentação complementar comprovando ter cursado o Ensino Médio na rede pública de ensino e apresentar renda familiar per capita. Mais informações podem ser consultadas no edital.

Com G1 PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB