Bruno Cunha Lima anuncia concurso com mais de 500 vagas em Campina Grande

O prefeito Bruno Cunha Lima informou nesta terça-feira, 17, a realização de um novo concurso no Município de Campina Grande. Já em fase final de preparação, o certame deve oferecer, no mínimo, 500 vagas.

Neste novo concurso, serão oferecidas vagas para educação e órgãos municipais, a exemplo da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) e Vigilância Sanitária. Todavia, nao estao descartadas outras áreas da gestão.

A previsão apresentada pela próprio prefeito Bruno é de que o edital seja publicado no início de fevereiro e de que as provas sejam aplicadas no meio deste ano.

Em relação à banca organizadora do concurso, está confirmado o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan). Trata-se da banca contratada no fim do ano passado, já tendo sido também a empresa que coordenou a seleção de 2021.

Neste último concurso de 2021 da Prefeitura, o edital publicado contou com quase mil vagas distribuídas em cargos de níveis médio e superior, atendendo áreas como saúde e educação. Um outro certame também foi realizado no ano passado para a Guarda Municipal.

Conforme destacou Bruno Cunha Lima, pelo menos 60% dos aprovados no primeiro grande concurso de sua gestão já foram convocados.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB