Brasas do Forró, Jeito Nordestino e Calango Aceso animarão noite de Forró Vivo em Serra Branca

A noite de Santo Antônio será de muito forró em praça pública em Serra Branca. O Forró Vivo da Serra Branca FM terá mais uma noite de festas e já estão confirmadas as apresentações dos Brasas do Forró, Calango Aceso e Jeito Nordestino.

A festa começa às 20hrs e é aberta ao público. A abertura se deu na última segunda-feira (10) e contou com uma verdadeira multidão, que prestigiou os shows de Cavaleiros do Forró, Aduílio Mendes e Niedson Lua.

Para esta quinta (13), a expectativa é de mais um grande público. Os shows são ainda transmitidos ao vivo em alta definição através das redes sociais da Serra Branca FM.

Na sexta-feira (14), o encerramento se dará com a animação de Kátia Cilene, Forró 3×4 e Forró Gente Boa.

De Olho no Cariri

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri