Bispo de CG promove nomeações de padres e Gurjão ganhará novo administrador

A Diocese de Campina Grande emitiu uma carta circular na tarde desta terça-feira(02), onde comunica aos fieis algumas nomeações e transferências de padres de paróquias da diocese. As datas para tais alterações não foram agendadas, mas deverão acontecer muito brevemente.

Na carta circular emitida pelo Bispo Dom Dulcêncio Fontes de Matos, a comunidade católica de São Sebastião em Gurjão, localizada no Cariri da Paraíba, ganhará enfim o seu próprio Administrador, que ficará permanentemente residindo na cidade de Gurjão.

O novo Administrador da Área Pastoral de São Sebastião será o padre Dorivaldo de Souza que estava como vigário paroquial na Paróquia de São José na cidade de Areial -PB.

A comunidade de Gurjão ainda não foi oficializada como paróquia, mas com o anúncio feito pelo bispo diocesano, a comunidade passará a andar  em ‘passos largos’, para posteriormente ser concretizada e oficializada como a  nova paróquia da Diocese de Campina Grande, grande anseio e sonho do povo católico da cidade de Gurjão.

Com a nomeação, os párocos Cristino Silva e Joselito deverão atuar permanentemente nas demais comunidades de Santo André, São José dos Cordeiros e Parari, que se integram ainda em uma só paróquia.

Confira a carta na íntegra: 

Reverendíssimos Padres e Diáconos,
Estimados fiéis desta Diocese.

Considerando as necessidades da Igreja Diocesana de Campina Grande e o bem de todos os fiéis, anunciamos as seguintes transferências e nomeações:

– Mons. Edvar de Morais, Assistente Eclesiástico para os Diáconos Permanentes;

– Pe. Antoniel Batista dos Santos, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Guia (Queimadas);

– Pe. Carlos Antônio Araújo, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário (Aroeiras);

– Pe. Dênis Alves de Lima, CRL, Assistente Eclesiástico para a Renovação Carismática Católica;

– Pe. Dorivaldo de Souza, Administrador da Área Pastoral de São Sebastião (Gurjão);

– Pe. Evanilson José Sousa, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora do Bom Conselho (Esperança);

– Pe. Fabiano Cruz Ferreira, Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Guia (Queimadas);

– Pe. Fagner Wellington G. da Silva, Administrador Paroquial da Paróquia de São Sebastião (São Sebastião de Lagoa de Roça);

– Pe. Francisco de Assis Tomáz do Nascimento, Administrador Paroquial da Paróquia da Sagrada Família (Rocha Cavalcante);

– Pe. João Paulo Souto Victor, estudos em Roma;

– Pe. José Ediberto Lima, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora das Dores e São Lucas (Estreito);

– Pe. José Marcondes Neves, estudos em Roma;

– Henrique Gustavo Ferreira Leal, Seminarista Estagiário na Paróquia de Nossa Senhora da Guia (Queimadas);

– Jefferson Barbosa da Silva, Seminarista Estagiário na Paróquia de Santa Ana (Alagoa Nova);

– Wesley Rangel dos Santos, Seminarista Estagiário na Paróquia de Nossa Senhora do Bom Conselho (Esperança);

Com as bênçãos de Deus, pela intercessão da Imaculada Conceição;

Dom Dulcênio Fontes de Matos
Bispo Diocesano de Campina Grande – PB

 De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri