Bebê vítima de picadas de abelhas no Cariri foi intubada, mas segue estável

Uma bebê de um ano e meio, vítima de picadas de abelhas, segue internada na UTI do Hospital de Trauma de Campina Grande. Ela foi intubada para garantir menor dano ao corpo, mas está estável, segundo a equipe médica.

A criança foi internada nesta quarta-feira (20) após se atendida na cidade de Barra de Santana, Cariri do Estado, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Segundo a Dra Noadja Andrade, a bebê está reagindo ao tratamento. “Ela está estável, com ventilação mecânica e sob medicação por conta dos venenos recebidos pela abelha no rosto e corpo. Ela foi intubada preventivamente, sedada, mas com reação, batimentos e pressão normais”, garantiu.

Além da criança, a mãe e outras duas crianças também foram picadas por abelhas, mas permanecem em Barra de Santana já que os casos foram de menor gravidade.

A Dra Noadja orientou como proceder em casos como este. “Pedimos que sejam retirados os ferrões de imediato, raspando e lavando com água corrente e compressas de água fria. Mas deve-se encaminhar para o serviço médico imediatamente”, alertou.

Ainda não há informações sobre como a criança sofreu as picadas de abelha.

De Olho no Cariri

Mais PB

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O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) apontou, nesta segunda-feira (10), a existência de pressão política, via Tribunal de Contas da União (TCU), contra o presidente Lula (PT) para obrigá-lo a interferir nas deliberações do PT da Paraíba e reverter va aliança do partido com o governador Lucas Ribeiro (PP) na disputa pela reeleição.

“O que a gente sabe é que tem uma pressão, se utilizando o Tribunal de Contas da União, para pressionar o presidente da República, para que o presidente da República interfira no partido”, denunciou o deputado.

Aguinaldo, porém, frisou acreditar que Lula não vai se submeter à “chantagem”. “Eu não acredito que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se submeta a chantagem de quem quer que seja”, complementou Aguinaldo.

O Tribunal de Contas da União é presidido pelo ministro Vital do Rêgo Filho, irmão do senador Veneziano Vital (MDB). Em fevereiro deste ano, a senadora Daniella Ribeiro (PP), na Rede Mais, acusou ‘Vitalzinho’, como é conhecido, de “chantagear” o presidente Lula em troca do apoio político do presidente ao seu irmão.