Bebê morre com marcas de sangue na boca e nariz em hospital, na Paraíba

Um bebê morreu por suspeita de asfixia na tarde desta quarta-feira (19), o recém-nascido foi levado já sem vida ao Hospital Padre Alfredo Barbosa, em Cabedelo, na Região Metropolitana da Paraíba.

A criança deu entrada no hospital com sangue no nariz e na boca. A Polícia Militar foi acionada e realizou a prisão da mãe no local. De acordo com a Major Viviane, a mãe é dependente química e aparentemente a criança foi morta por asfixia.

“Nós fomos até a residência e vimos numa situação de vulnerabilidade. O conselho tutelar também foi acionado para que as outras três crianças fossem direcionadas para um local seguro, já que constatamos uma situação de vulnerabilidade”, afirmou.

A mãe do bebê foi conduzida até a Central de Flagrantes da Polícia para prestar esclarecimentos.

MaisPB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri