Bancada paraibana está indefinida sobre processo contra Temer

A bancada paraibana está indefinida sobre a abertura de processo contra o presidente Michel Temer (PMDB). O Supremo Tribunal Federal (STF) encaminhou pedido de autorização à Câmara dos Deputados para processar o gestor. Caso pelo menos 342 parlamentares aprovem a medida e ela seja confirmada pela Suprema Corte, o gestor será afastado por 180 dias. Ao final deste prazo, se o Supremo não tiver condenado ou absolvido o peemedebista, ele pode voltar ao poder. Da Paraíba, segundo reportagem da Folha de São Paulo, apenas Luiz Couto (PT) e Pedro Cunha Lima (PSDB) anteciparam o interesse pela condenação.

Do outro lado, entre os que dão a cara a tabefe e garantem disposição de defender o presidente, estão apenas André Amaral e Hugo Motta, ambos do PMDB. O outro peemedebista da bancada é Veneziano Vital do Rêgo, mas ele não respondeu à consulta da Folha. Rômulo Gouveia (PSD) e Efraim Filho (DEM) disseram não saber ainda como vão votar. Benjamin Maranhão (SD), mesmo abordado, não se pronunciou e, assim como Veneziano,  Aguinaldo Ribeiro (PP), Damião Feliciano (PDT), Wellington Roberto (PR) e Wilson Filho (PTB) não responderam à consulta. O pedido de autorização para o processo tramita na Casa desde a semana passada.

Veja em lista como votam os paraibanos:

A favor da denúncia contra Michel Temer
. Luiz Couto (PT)
. Pedro Cunha Lima (PSDB)

Contra a aceitação da denúncia
. André Amaral (PMDB)
. Hugo Motta (PMDB)

Não sabe
. Rômulo Gouveia (PSD)
. Efrain Filho (DEM)

Não se pronunciou
. Benjamin Maranhão (SD)

Não respondeu
. Aguinaldo Ribeiro (PP)
. Veneziano Vital do Rêgo (PMDB)
. Damião Feliciano (PDT)
. Wellington Roberto (PR)
. Wilson Filho (PTB)

 

Com Jornal da PB

 

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil