Auditoria do TCE-PB aponta que maternidades públicas não têm sistemas contra incêndios

O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) divulgou, nesta quarta-feira (12), os resultados da Auditoria Coordenada em Maternidades Públicas, realizada na terça-feira (11). A ação envolveu 40 auditores e técnicos da Diretoria de Auditoria e Fiscalização (DIAFI).

Durante a fiscalização, os auditores analisaram falhas na segurança como a falta de medidas de prevenção contra incêndios. Segundo o relatório, nenhuma das maternidades fiscalizadas possui sistema de detecção e combate como alarmes, sprinklers ou extintores adequados. Além disso, 13 das 20 unidades não têm laudo do Corpo de Bombeiros, documento obrigatório que certifica as condições de segurança predial.

Foram inspecionadas cerca de 20 maternidades públicas, 14 estaduais e 6 municipais em 18 cidades da Paraíba. O objetivo foi verificar as condições de funcionamento, infraestrutura, biossegurança, equipe médica e o cumprimento das normas legais, com foco na qualidade e segurança do atendimento materno e infantil.

Outros resultados

  • 18 maternidades estão funcionando normalmente;
  • 1 está em obras (Hospital Distrital de Itaporanga) e 1 segue interditada (Hospital Materno Infantil João Marsicano, em Bayeux);
  • 15 unidades têm 91 leitos de UTI adulto e 74 de UTI neonatal;
  • 16 contam com ambulâncias próprias;
  • Todas têm gerador elétrico e sala de acolhimento para gestantes;
  • 12 possuem lavanderia própria;
  • Todos os recém-nascidos são identificados com pulseiras;
  • Apenas a unidade de Cajazeiras apresentava superlotação no momento da visita.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Uma adolescente de 16 anos foi vítima de violência sexual em Marizópolis, no Sertão da Paraíba. O suspeito é um homem de 43 anos que, segundo a Polícia Militar, era amigo da família da adolescente.

O caso aconteceu na última sexta-feira (4). De acordo com a polícia, o homem teria oferecido uma carona de moto à adolescente com a justificativa de que iria comprar um presente para a avó dela.

Ainda segundo a Polícia Militar, durante o trajeto, o homem teria desviado o caminho para uma estrada de mato, onde teria cometido o crime. A adolescente também teria sido ameaçada de morte caso contasse o que havia acontecido.

Após o crime, a adolescente contou o que aconteceu para a família. Ela recebeu socorro médico e passou por exames.

Segundo a Polícia Militar, o suspeito fugiu após o crime e, até o momento, segue foragido. A Polícia Civil investiga o caso.

De Olho no Cariri

Com G1 Paraíba