Audiência do Orçamento Democrático acontece nesta terça-feira, em Sumé

O município de Sumé, no Cariri paraibano, irá receber na próxima terça-feira (2), mais uma audiência pública do Orçamento Democrático Estadual.  A plenária irá ocorrer às 19h00, no ginásio da Escola Professor José G. de Queiroz.

A plenária contará com a presença de uma comitiva do governo, como também, com a participação dos representantes e da população dos municípios de Amparo, Camalaú, Caraúbas, Congo, Coxixola, Gurjão, Monteiro, Ouro Velho, Parari, Prata, Santo André, São João do Cariri, São João do Tigre, São José dos Cordeiros, São Sebastião do Umbuzeiro, Serra Branca e Zabelê.

De acordo com o governo, será mais um momento no qual as pessoas presentes poderão eleger as três prioridades de investimentos para a sua região, além de indicarem, especificamente, quais obras, ações e serviços que gostariam que fossem implantados ou melhorados em suas comunidades. Para o governo, também será um momento para prestar contas das ações e dos investimentos desenvolvidos, assim como de entregar benefícios para a melhoria dos serviços prestados naquelas localidades.

A população também terá a oportunidade de eleger os conselheiros do Orçamento Democrático, por meio de voto eletrônico, disponível no momento do credenciamento nos locais das audiências. Cada conselheiro eleito tornar-se-á representante daquela localidade durante o próximo biênio, e ele ou ela terá a oportunidade de interagir diretamente com as ações do governo, intermediando ações que envolvam a sua região.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB