ATUALIZAÇÃO: Duas pessoas morrem em acidente automobilístico na BR-230 em Juazeirinho

Um grave acidente automobilístico ocorrido na manhã deste domingo (5) na BR-230, no município de Juazeirinho, sentido Sertão, vitimou fatalmente o taperoaense Sérgio Chaves (foto) e um menino de nome Ryan de aproximadamente 13 anos da cidade de Assunção.

Informações repassadas a reportagem dão conta de que dois veículos, um Fiat uno de placas MNS – 2438/PB e um Corsa Sedan KHE – 7014/PB, que trafegavam em sentido contrário, colidiram frontalmente.

Passageiros ficaram presos entre as ferragens com o forte impacto.

Equipes do SAMU foram acionadas para socorrer as vítimas e levá-las ao Trauma de Campina Grande.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local colhendo informações, realizando a perícia e organizando o trânsito.

As vítimas fatais 

Sérgio 

Com relação às vítimas fatais, Sérgio era uma pessoa de família tradicional em Taperoá e bastante conhecido, pois trabalhava como chaveiro, daí o apelido Chaves e consertava aparelhos de celular na cidade.

Ele estava no Fiat uno e seguia de Juazeirinho com destino a Taperoá.

Ryan 

Ryan era um garoto que sonhava em ser jogador de futebol.

Ele era filho de Érica Lanches com o cantor Roberto Show, e aluno da escolinha Bom de Bola, na cidade de Assunção.

Ryan era retratada como uma criança alegre, engraçada e cheia de vida, que morreu na tenra idade e de forma trágica.

Ryan estava a bordo do Corsa Sedan, que seguia de Assunção com destino a Juazeirinho.

Assunção e Taperoá estão enlutadas com essa grave tragédia que vitimou dois filhos seus.

De Olho no Cariri

com Heleno Lima

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil