ALPB aprova projeto que considera Vaquejada Patrimônio Cultural e Imaterial da PB

 

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Os deputados estaduais aprovaram projeto de Lei de autoria do deputado Tovar Correia Lima (PSDB) que considera a Vaquejada Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado da Paraíba. A matéria foi aprovada por unanimidade e segue para sanção do governador.

“A vaquejada é uma tradição do povo nordestino e hoje a prática já é realizada em todo o Brasil. Quem acompanha a vaquejada sabe que existem formas de realizar o evento que permitem perfeitamente o cuidado com os animais. Não se pode acabar com essa cultura e dessa forma, apresentamos esse projeto para que esse esporte seja um patrimônio dos paraibanos”, afirmou o deputado.

Tovar destacou que a matéria se coaduna com o artigo 216 da Constituição Federal quando define como constituintes o patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos da sociedade brasileira, neles incluídos, entre outros, as formas de expressão e os modos de criar, fazer e viver.

“A vaquejada apresenta, portanto, os requisitos necessários para ser considerada patrimônio cultural paraibano de natureza imaterial”, afirmou o deputado.

 

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil