Acusado de interceptar água da transposição do Rio São Francisco no Cariri é multado em R$ 10 mil

Um homem suspeito de interceptar o percurso da água da transposição do Rio São Francisco entre os municípios de Caraúbas e Congo, no Cariri da Paraíba, foi multado em R$ 10 mil nesta quinta-feira (17). O flagrante aconteceu durante operação conjunta de fiscalização realizada pela Polícia Ambiental, Polícia Militar e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

De acordo com a polícia, o homem foi autuado em flagrante e multado por construir uma passagem molhada no Rio Paraíba e barrar o fluxo da água da transposição.

Na mesma operação um agricultor também foi multado em R$ 5 mil por ser suspeito de praticar desmatamento na zona rural do município de Camalaú. Diversos objetos foram apreendidos no local, incluindo um motosserra e duas armas de fogo.

A operação de fiscalização durou dez dias e as equipes percorreram os municípios de Sumé, Congo, Caraúbas, São Domingos, Cabaceiras, além de Camalaú. A identidade dos envolvidos não foi revelada e o caso será encaminhado para o MPF.

Com G1 PB

Fotos: Carlos Eduardo/Polícia Militar

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB